Reativando…

Reconheço que já faz algum tempo que não posto aqui! Toda a correria e desculpas que todo mundo usa quando deixa de postar por meses cabem neste espaço agora. Pouco importa, a verdade é que agora tentarei manter alguma periodicidade no blog por motivos de vergonha na cara.

Logo mais vem post (des)interessante para uns e outros.


A História das Mídias Sociais

Apesar de falar sobre mídias sociais estar super na moda em qualquer lugar em que a internet seja algo viável, muita gente esquece que a iniciativa desse processo todo só é mais nova que andar para frente, como diria a minha querida avó! Desde que a humanidade decidiu que a comunicação entre diferentes pontos do mapa era importante para os mais diversos propósitos, a mídia social estava estabelecida. Portanto, não queira ser descolado só porque você usa o Twitter e não um mensageiro de sandálias e túnica de linho!

A história das Mídias Sociais vem contada em forma de infográfico produzido pelo estúdio IdFive e traz diferentes acontecimentos na comunicação entre as pessoas e a época em que foram criados. Veja o infográfico abaixo:

História das Mídias Sociais

Clique na imagem para ver melhor!

Ainda que as Mídias Sociais tenham ganhado uma enorme projeção nos últimos dois anos, o seu ápice de criação se deu em 2004, quando a maioria das redes nasceu. Alguns exemplos bastante claros são Orkut, Facebook, Digg e o próprio Flickr. Outras redes, como o Twitter, só deram o ar da sua graça em 2006. Entretanto, o sucesso demorou algum tempo até chegar. De qualquer maneira, deixemos as análises mais densas para depois… Cada um usa esse infográfico como quiser, não? Então divirta-se!

MySpace: volta por cima ou anúncio do velório?

Já faz algum tempo que o Facebook vem liderando a “corrida da popularidade” entre as redes sociais. Entretanto, o primeiro lugar já pertenceu ao MySpace há algum tempo atrás. O grande mistério para a News Corp, empresa que possui os direitos da rede, é descobrir como transformar o site em uma galinha dos ovos de ouro repaginada.

A verdade é que os desenvolvedores e “gurus” do MySpace terão um árduo caminho pela frente. Enquanto o Facebook de Zuckenberg já aglomera 500 milhões de usuários registrados, o MySpace continua na casa das dezenas de milhões. Não seria um péssimo resultado – para uma rede iniciante.

Ao comparar as duas redes pelo ranking do Alexa.com, percebe-se que o mar do MySpace não está para os maiores peixes. Enquanto o Facebook perde apenas para o Google, o MySpace ocupa a 35ª posição. A grande pergunta é: por que diabos isso está acontecendo?

Bem, antes de trazer fatos concretos, é importante pensar como um usuário. Qual rede consegue oferecer mais benefícios e facilidades? Qual dessas duas opções tem melhores recursos visuais? Em termos de interação, qual das duas rede sociais consegue oferecer meios mais interessantes?

Todas essas perguntas são levadas em conta na hora de optar por uma rede em vez de outra. Ao que parece, o MySpace deixou de se tornar atrativo para “usuários comuns” e começou a ser interessante para outros que têm um objetivo bem focado.

MySpace e música

Como você já deve ter percebido em algum ponto das suas andanças pela internet, o MySpace transformou-se em um grande reduto de bandas iniciantes e cantores que ainda estão por serem descobertos.

Assim, quem não tinha lá muito interesse em interagir com as bandas “anônimas” no grande circuito simplesmente ignorava o registro na rede e apenas ouvia as músicas disponibilizadas ali. Quem sabe, os vídeos seriam assistidos e daí em diante surgiria alguma interação maior.

Layout e organização

Apesar de muitos especialistas em mídias sociais digitais afirmarem que a personalização é um ponto supersensível para qualquer rede social que pretenda ter vida longa, é importante ter muito cuidado com isso. Fazer com que o seu perfil tenha algo pessoal – aquele toque capaz de criar uma verdadeira extensão do usuário na internet – é vital, mas deve-se evitar ao máximo o aspecto de bagunça.

Ao permitir que os seus usuários criassem layouts extremamente personalizados, alguns problemas relacionados ao visual sugiram. Não são raros os exemplos de poluição visual e dificuldade para encontrar informações. A impressão que se tem é de que estes modelos se assemelham muito aos primeiros blogs nos serviços já extintos como Weblogger.

A volta por cima?

Quando o mundo soube que a logomarca do MySpace iria mudar, muita gente decretava o fim eterno da rede. Ainda assim, a reformulação da marca é um dos principais pontos da possível “nova era” do MySpace. Ao que tudo indica, o espírito de rede social continua mas com a premissa de conectar usuário consumidores de entretenimento.

O novo MySpace deve oferecer conteúdos de mídia como música, programas de televisão e outros. Com isso, o site deixa de ser apenas uma rede social para tornar-se uma espécie de hub de conteúdos promovidos não só pelos próprios usuários como por empresas. Essa “dicotomia” da nova proposta do MySpace pode tornar algumas coisas mais confusas.

Peixe grande x peixe pequeno

Trazer as grandes empresas para competir com o conteúdo gerado de forma independente pelos usuários faz com que as coisas fiquem ainda mais nebulosas quanto às expectativas do novo MySpace. É claro que os bons conteúdos vão ser destacados e os ruins deixados de lado, como acontece naturalmente na internet.

Entretanto, deixar conteúdos pertencentes ao circuito mainstream junto aos independentes é tentar reproduzir o grande hiato entre a produção underground e os peixes grandes. De uma forma ou de outra, as grandes marcas terão seu respaldo para atrair mais visualizações. Talvez não se trate de algo tão “extremo” como estou tratando, mas é uma dúvida pertinente.

Simbiose

“Se você não pode vencê-los, junte-se a eles”. É o pensamento que vem à cabeça quando se vê a integração do novo MySpace com o Twitter (décimo colocado no ranking do Alexa.com) e o Facebook. Quem sabe essa seja uma boa estratégia para atrair mais usuários no melhor estilo “VEM GENTE, VEM GENTE!”. A integração pode ser uma boa aposta. Resta esperar para ver.

Plinky, perguntas para as suas respostas

Inspiração é uma coisa um tanto quanto maldita e traiçoeira. Quando você mais precisa dela, a safada foge, vai embora e ainda ri da sua cara. É mais ou menos como o @fabiomarchioro disse naquele texto sobre as Musas, você pode ser o último a ser agraciado com alguma ideia.

Andei dando uma olhada na relação, uma vez em que ela estava por aqui e foi fazer xixi. No topo da página, já meio amarelada, (só) dois políticos que ainda não haviam nascido, vários autores, filósofos, alguns músicos, nenhum apresentador de programa de auditório, muitas mães e pais, alguns professores e cinco pesquisadores da cura de doenças complicadas (Alzheimer, câncer, esclerose múltipla, AIDS e chulé). No final da lista, comigo, aspirantes a escritor.

Pode ser que a ideia não seja a melhor do mundo, mas ainda é uma ideia. Mas, quando as suas Musas estão ocupadas existe uma luz no fim do túnel (faltou inspiração nesse comentário). O Plinky é uma das ferramentas que podem ajudar a iluminar esse caminho tortuoso até chegar a algo genial. Quando você cria a sua conta no Plinky, escreve uma breve biografia de acordo com alguns pontos sugeridos pelo serviço.

Plinky

Baseado nisso, o sistema vai enviar perguntas diariamente para que você responda. É mais ou menos como o slogan do Plinky diz: “You have answers. Plinky have questions” (Você tem respostas. O Plinky tem perguntas). Também é possível adicionar pergunas novas. Porém, como se trata de algo novo até para estrangeiros, vai ser difícil encontrar algumas perguntas em português.

Plinky - Responda!

Mesmo que você responda às perguntas no próprio Plinky, pode escrever mais sobre o assunto no seu blog ou Twitter. Assim, o serviço, além de ser uma rede social interessante, se transforma em um celeiro de ideias. E por falar em Twitter, o Plinky tem muito dele. O sistema de interação entre usuários acontece através dos “follows” e o resto da história, nós já conhecemos.

E então, alguma ideia do que responder?

Jornalismo diário e Twitter – Pode dar certo!

Este post requer que você saiba duas coisas. A primeira delas é falar/ler em inglês. A segunda é saber o que é Twitter.

Quanto à primeira não posso fazer muita coisa, afinal traduzir estes slides e republicá-los demandam autorização e só foi possível obtê-la para reprodução. Já o segundo ponto, posso ajudar. Para quem não sabe, o Twitter é uma rede social baseada em mensagens curtas de até 140 caracteres. Nesta rede, você pode compartilhar informações abertamente com vários usuários e ficar por dentro de novidades da mesma maneira que consegue enviar as suas.

Explicações feitas, aqui vai o conteúdo:

É fascinante pensar em coisas deste tipo. Em pouquíssimos minutos é possível apurar os fatos, checar fontes e ainda contar com fotos dos acontecimentos! Se o que você tem para noticiar não cabe nos 140 caracteres, não faz mal! Os TinyURLs estão na Internet para isso! Crie um atalho para a notícia inteira ou para um artigo de opinião ou qualquer coisa que você queira!

Muitas coisas boas se perdem e não são aproveitadas no Jornalismo por existir esta velha e ransosa crítica de discriminar novas tecnologias. Pouco importa se a conta do Twitter não pertence ao Jornalão A ou ao Jornaleco B. É preciso parar de pensar nas três dimensões convencionais do jornalismo (Impresso, Rádio e TV) para começar a ver as outras possibilidades que a tecnologia da informação proporciona.

Update: O doutor em cibercultura pela UFRGS, Alex Primo twittou, durante o XXXII INTERCOM, a seguinte afirmação: “Blogs e microblogs serão para o século XXI o que o rádio e a televisão foram para o século XX.” E ele não está nenhum pouco errado!

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Obs.: A apresentação acima foi feita por John Einar Sandvand, jornalista norueguês do jornal Aftenposten, que mantém o blog BetaTales. Thanks, John!